
O deputado Carmelo Neto (PL) denunciou um caso ocorrido em Sobral, no interior do Ceará, em que um pai de família teria sido proibido por integrantes de uma facção criminosa de continuar trabalhando na venda de água para sustentar os filhos.
Segundo o parlamentar, o grupo exigiu o pagamento de R$ 1,50 por cada garrafão comercializado. Diante da recusa em ceder à cobrança, o trabalhador foi impedido de exercer a atividade.
Ao comentar o episódio, Carmelo criticou a condução da segurança pública no estado e atribuiu responsabilidade a autoridades. Ele questionou declarações do governador Elmano de Freitas sobre a situação da segurança no Ceará e afirmou que casos como esse evidenciam fragilidade na proteção a trabalhadores.
O deputado também mencionou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o prefeito de Sobral, Oscar Rodrigues, cobrando posicionamento diante do avanço da criminalidade.
“Quem é que vai pagar as contas desse trabalhador? Quem é que vai colocar comida na mesa da casa dele agora?”, questionou. Para Carmelo Neto, a prioridade das autoridades deveria ser o combate direto ao crime organizado e a garantia de segurança para a população. Ele defendeu que a sociedade acompanhe de perto a atuação dos gestores públicos diante de episódios de violência.