
O pré-candidato a deputado federal Carmelo Neto (PL) voltou a criticar a cultura que, segundo ele, romantiza o crime e a violência no Brasil. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que artistas que fazem apologia ao crime organizado contribuem diretamente para o aumento da criminalidade e para a morte de trabalhadores inocentes nas ruas.
Na fala, Carmelo cita letras e discursos que exaltam assaltos, violência e criminosos como se fossem símbolos de status, características presentes nas letras de Oruam, filho do líder do C.Vermelho, Marcinho VP.
Para ele, essa “narcocultura” transforma bandidos em heróis, normaliza o crime como estilo de vida e ainda gera lucro para quem propaga esse tipo de conteúdo, enquanto a população paga a conta com vidas perdidas. “Enquanto eles lucram muito, quem paga por isso é o pai de família que morre no assalto e a mãe que enterra um filho”, afirmou.
O deputado defendeu abertamente o endurecimento das leis e rejeitou qualquer tipo de relativização em relação à violência. “Crime não é entretenimento, bandido não é herói e o lugar de quem mata e assalta trabalhador é o mofo da cadeia”, disse, ao reforçar que o Estado precisa reagir com firmeza contra o crime organizado.
Projetando sua atuação no Congresso Nacional, Carmelo afirmou que essa será uma de suas principais bandeiras. “Como deputado federal, vou trabalhar por leis mais duras, sem romantização, para colocar na cadeia quem promove o crime e vive às custas do sofrimento do povo”, declarou.
Ao final, o pré-candidato pediu apoio popular para ampliar o debate e pressionar por mudanças na legislação. “O Brasil não aguenta mais ver trabalhador sendo roubado e morto enquanto o crime é tratado como espetáculo”, concluiu.